segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Cores sem Valores

Cores sem Valores - Cronica Poética Social
Vejo a falta de harmonia entre as cores
Invadindo os jardins, as praças, alamedas
Nas residências eu vejo dores
Adentrando e ofuscando todo brilho
E a essência de seus interiores.
Eu vejo rostos estampando os seus egos
Enriquecidos pela vaidade exterior
Contribuindo apenas para a formação
De indivíduos e pessoas sem valor
Não vejo cor em suas máscaras
Que só encobrem o vazio e a cegueira
Pela simples falta de Amor.
Tamanha hipocrisia
Construída pela ganância disfarçada
Com etiquetas e rótulos manipulados
Tem como regra uma sociedade consumista
Tão egoísta, manchada e adulterada
Pelos abusos de uma ousada aristocracia
Que atribui a uma falsa sensação de cidadania.
Me cansa e muito me entristece
Ver ou ouvir afortunados reclamando ou mendigando
Ao mesmo tempo, emociona e me enaltece
Ver nos mendigos a solidariedade
Com o pouco que possui compartilhando.
"A fachada da minha casa não pode ser verde, porque eu não gosto do Palmeiras". Indaga um morador. "O meu carro não pode ser popular, porque não me oferece conforto", retruca o outro. Certamente beneficiados por competência ou favorecimento, o fato é que ambos não enxergam ou fingem não ver o marrom acinzentado, cor de barro ou de madeira envelhecida dos barracos amontoados na favela ao lado, ou até mesmo dos viadutos á frente, que improvisam abrigos para aqueles que ao menos possuem o que comer.
Numa determinada calçada, meus pés flutuam em ladrilhos raros, caros, espaçosos e milimetricamente dimensionados. Entretanto, na calçada ao lado, muitas vezes germinadas, é preciso desviar das crateras, destroços desmedidos, dos excluídos, menos favorecidos, para não tropeçar ou cair nas armadilhas da falta de estrutura
e descaso social ali contidos. Frutos da ostentação de uma ilusória bandeira de cidadania impregnada no subconsciente da ignorância humana.
Ledo engano acreditar em mudanças, enquanto houver confiança nos velhos contos e mitos dos ilusionistas de colarinho, com os seus dogmas, promessas e pergaminhos encravados na história.
Gilberto Queiroz
sexta-feira, 28 de junho de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Acredite
Acredite...!!!
É preciso despertar a Fé que existe em você e ter a certeza de que a vitória só existe mediante a superação dos desafios, pois a vida em sí já é uma competição na qual somos desafiados a todo momento. Mas sempre há tempo para recomeçar.
Todavia, é preciso saber aonde estamos, como estamos e onde pretendemos chegar. Correr sem saber para onde é como navegar em um barco á deriva, sem rumo e sem direção, chega um momento que as forças se esgotam dando espaço ao desânimo e a entrega é quase inevitável.
Não adianta chorar, lamentar o tempo perdido, desmedido ou sem sentido. Relembrar o que passou e não nos fez bem, é sofrer outra vez. Porque não usarmos o tempo presente para nos recompormos, nos valorizarmos e seguirmos em frente?
Reconhecer um erro é uma virtude que nos faz crescer, nos fortalece, nos faz enxergar outras formas, outras direções, novos desafios.
Acredite... e tudo pode ser diferente. Se ontem foi pesadelo, não fique triste, sorria, se você está aqui é porque você superou.
Viva o hoje, o agora e não lamente o que passou.
A maior virtude de um ser é medida pela suas atitudes nos momentos de glórias e a forma em que se comporta diante das adversidades.
* Retirado do Livro: Sempre Existe uma Saída
Gilberto Queiroz
terça-feira, 16 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
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